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Mostrando postagens de dezembro, 2012

Voar como um super-homem ou um tucano

Mais um Natal se passou. Ver as crianças afoitamente  abrir as embalagens com  brinquedos na imensa expectativa de que Papai Noel tenha lido as cartinhas com pedidos diversos é bonito. Pais realizados, sentindo o fardo que carrega às costas no dia a dia diminuir significativamente, por ter este ano podido comprar o presente tão querido pela criançada. É o peso da responsabilidade de se ter família que necessita ser cuidada. Prometi a mim mesmo que não tocaria em assunto que não fosse exclusivamente sobre o Natal. No entanto, no dia 24/12 à noite, meu bairro  foi tomado por um blecaute, pegou muita gente de surpresa. Mas não quebrarei, como lido acima, toda a promessa. Existe uma palavra que explica bem como nos sentimos quando ultrapassamos dificuldades, o vocábulo, muito comum nas literaturas; e que autores de quadrinho têm como impulso criativo os próprios: alteregos (o outro Eu). Então o super-homem foi a combinação dos alteregos de Jerry Siegel e Joe Shuster. O ...
Manter as conquistas Sinceramente não faço ideia de quanto foi o desenvolvimento de Queimados nos últimos quatro anos, mas é notória a evolução, principalmente com o advento de várias indústrias e comércio, através de incentivo proposto pelo governo do estado. O fato é que tão importante quanto crescer é manter o que já foi conquistado. Há anos usava-se uma expressão denominada ‘Voo de galinha’, simbolizando a dificuldade de manter as conquistas principalmente na área econômica por longo período, assim como as penáceas. Digo isso porque parece ter se tornado um mantra que vivemos na melhor cidade da Baixada. Não da boca do prefeito, que sempre assumiu postura grave e correta até porque os problemas são muitos, mas de vários correligionários que fazem questão, por motivos óbvios, de afirmar que Queimados está se tornando a terra prometida. Difícil crer que uma cidade ‘referência’ pode não ter sequer uma creche municipal, porque quando se trata de continuidade do desenvolvi...
Justiça ainda que tardia Findo o julgamento da ação 470 (mensalão) o que resta é um gosto amargo na boca daqueles  crédulos que faziam parte de um partido diferente, em que as ideias sobressaíam em detrimento de uma chegada ao poder pelo poder. Essas pessoas que um dia venderam estrelinhas e camisetas para financiar campanha eleitoral do partido merecem respostas, ao invés de ordem para que vá às ruas protestar contra a mais alta Corte do país. Merecem respeito, seus pleitos correspondidos: transparência.    Durante muito tempo o PT apontou seu dedo para criar uma dicotomia: se é de direita não presta, é contra o povo;  e se é de esquerda é contra as ‘elites’. Enquanto isso criava uma nuvem de fumaça a obnubilar visões de quem procurava um partido diferente, honesto. Dizia o poeta que nenhum ser nasce vazio. Golpe profundo esse mensalão, que arrancou milhares de corações. Anunciando o pior dos mundos, que na sua essência foi um partido diferente sim, mas ap...