Obrigado Mensalão
O julgamento da ação penal 470, apelidada de Mensalão, está prendendo a atenção de muitos brasileiros, injustamente, taxados de desinteressados. Particularmente tenho usado no cotidiano ensinamentos aprendidos durante os debates no Pleno do Supremo, inclusive na educação de meu filho.
Ele tem quatro anos; esperto e perguntador como é típico dessa idade. Desde muito cedo procuro orientá-lo que as pessoas são pelo que elas são e não pelo o que elas têm. Nesse quesito, as sessões são verdadeiras fontes para encontrar amostras e exemplo.
Visualizar homens elegantemente vestidos, com roupas de grife caríssimas tentando se desvincilhar das acusações imputadas a eles. Homens, que como está sendo provado pelos ministros, não eram tão probos e ilibados quanto suas vestimentas sugerem.
Meu filho entendeu ele disse que não mais teria medo do mendigo, que mora no centro da cidade, e muitas pessoas fazem questão de cumprimentar a ele. Afinal, a sujeira está no comportamento e não nas vestimentas, está no caráter, não na conta bancária com dinheiro mal explicado.
Partido despótico
A amizade de Lula com ditadores pelo mundo é apenas o reflexo mais evidente do que é a essência do Partido dos Trabalhadores (?). Há muito o partido desliga, pune todo aquele que ousar discordar. Sob a carcaça de democrático repousa o espírito do que existe de mais repugnante: a ditadura.
A atriz Beth Mendes foi o exemplo mais conhecido, no entanto, o trator que dirigentes do PT sempre impuseram teve e tem alcance nacional, não importava se era num grande centro ou na cidade de Queimados, na Baixada Fluminense, aonde, um dos políticos, considerado com maior retidão pelos moradores do município, foi defenestrado por aqueles ao qual ajudou a fundar o partido.
Os coronéis, agora disfarçados de líderes partidário não mais se envergonham de demostrarem que chegaram no poder apenas pelo poder- e os próprios bolsos, é claro. Fórmula usada pelo interior do Brasil por partidos considerados de 'direita' a perpetuação no poder através da participação familiar vem sendo utilizada com bastante êxito nos grandes centros e região metropolitana.
Virou moda lançar filho, neto, mulher... O que realmente importa é manter o poder. Se o pai está metido em tramoia, lança o filho. Se o marido é deputado, lança-se a mulher a um cargo eletivo no município, para caso o deputado não seja reeleito ter um porto seguro para continuar doutrinando.
Ou pior, concorrer com liminar,sabendo-se mais sujo que caixa de areia de gato, lançar-se candidato com o intuito de preservar um naco de poder, com eleição da mulher ou do filho. Daí em diante dá para imaginar que o último degrau do inferno de Dante, é muito pouco para esses picaretas.
O julgamento da ação penal 470, apelidada de Mensalão, está prendendo a atenção de muitos brasileiros, injustamente, taxados de desinteressados. Particularmente tenho usado no cotidiano ensinamentos aprendidos durante os debates no Pleno do Supremo, inclusive na educação de meu filho.
Ele tem quatro anos; esperto e perguntador como é típico dessa idade. Desde muito cedo procuro orientá-lo que as pessoas são pelo que elas são e não pelo o que elas têm. Nesse quesito, as sessões são verdadeiras fontes para encontrar amostras e exemplo.
Visualizar homens elegantemente vestidos, com roupas de grife caríssimas tentando se desvincilhar das acusações imputadas a eles. Homens, que como está sendo provado pelos ministros, não eram tão probos e ilibados quanto suas vestimentas sugerem.
Meu filho entendeu ele disse que não mais teria medo do mendigo, que mora no centro da cidade, e muitas pessoas fazem questão de cumprimentar a ele. Afinal, a sujeira está no comportamento e não nas vestimentas, está no caráter, não na conta bancária com dinheiro mal explicado.
Partido despótico
A amizade de Lula com ditadores pelo mundo é apenas o reflexo mais evidente do que é a essência do Partido dos Trabalhadores (?). Há muito o partido desliga, pune todo aquele que ousar discordar. Sob a carcaça de democrático repousa o espírito do que existe de mais repugnante: a ditadura.
A atriz Beth Mendes foi o exemplo mais conhecido, no entanto, o trator que dirigentes do PT sempre impuseram teve e tem alcance nacional, não importava se era num grande centro ou na cidade de Queimados, na Baixada Fluminense, aonde, um dos políticos, considerado com maior retidão pelos moradores do município, foi defenestrado por aqueles ao qual ajudou a fundar o partido.
Os coronéis, agora disfarçados de líderes partidário não mais se envergonham de demostrarem que chegaram no poder apenas pelo poder- e os próprios bolsos, é claro. Fórmula usada pelo interior do Brasil por partidos considerados de 'direita' a perpetuação no poder através da participação familiar vem sendo utilizada com bastante êxito nos grandes centros e região metropolitana.
Virou moda lançar filho, neto, mulher... O que realmente importa é manter o poder. Se o pai está metido em tramoia, lança o filho. Se o marido é deputado, lança-se a mulher a um cargo eletivo no município, para caso o deputado não seja reeleito ter um porto seguro para continuar doutrinando.
Ou pior, concorrer com liminar,sabendo-se mais sujo que caixa de areia de gato, lançar-se candidato com o intuito de preservar um naco de poder, com eleição da mulher ou do filho. Daí em diante dá para imaginar que o último degrau do inferno de Dante, é muito pouco para esses picaretas.
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