A polícia precisa combater os mercadores da morte



Claudio Costa Rosa

O drama da pandemia do novo coronavírus traz à superfície muitas ações de cidadania e preocupação com o próximo. Mas também, pela força da natureza, o que há de mais desprezível no ser humano: a velha mania de querer levar vantagem em tudo.
É o que acontece neste momento em que pessoas espertas, para chamar o mínimo, estocam remédios considerados fundamentais para o tratamento da Covid-19 em pessoas com sintomas avançados e receitados por médicos aos pacientes, para vender no mercado negro.
Uma dessas drogas é a Ivermectina. Muitas pessoas com sintomas graves da Covid não conseguem ter acesso ao medicamento, mesmo com receituário. A reportagem recebeu denuncia de que uma pessoa infectada que não consegue encontrar a droga.

Foram contatadas diversas farmácias sem sucesso. No entanto, numa delas o atendente disse que sabia quem teria o medicamento para vender. Outros diziam que a falta da droga se por conta de um arrendamento para que se dê prioridade aos hospitais.
O que a população cobra é uma ação mais efetiva dos órgãos de segurança, uma investigação séria para coibir esses mercadores da morte que fazem reféns e brincam com a vida alheia.



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