Eles não têm pudor




Passados pouco mais de 10h desde que teve o nome publicado numa edição Extra do Diário Oficial até a posse dada no cargo como novo Diretor Geral da Polícia Federal  pelo presidente Jair Bolsonaro, Rolando Alexandre de Souza, subordinado de Alexandre Ramagem na Agência Brasileira de Inteligência (Abin), o preferido de Bolsonaro, e que teve a posse suspensa pelo ministro Alexandre de Moraes. Após ter tomado posse, a primeira providência administrativa: promoveu o Superintendente da PF do Rio de Janeiro.

                                                                                                                                                    Foto: Divulgação

No entanto, algumas fontes afirmam que essa foi a estratégia encontrada pelo grupo para nomear alguém da confiança do presidente. Afastando o superintende de casos complicados para a família Bolsonaro. Sérgio Moro já tinha relatado que o presidente já teria cobrado a troca da chefia da PF do Rio, o que culminou no pedido de demissão do ex-ministro.
Agora, fica a expectativa pela troca de outra superintendência: a de Pernambuco, muito cobrada por, segundo fontes, Fernando Bezerra (MDB), líder do governo no Senado, muito implicado com a PF por lá.

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