Os generais Superbond
“O patriotismo é o último
refúgio do canalha”, essa frase cunhada pelo pensador e escritor inglês do
século 17, Samuel Jonhson, nunca esteve tão atual. Isso porque o discurso
patriótico que levou Jair Bolsonaro à presidência contribuiu também para ascensão
dos militares no primeiro escalão.
A ideia original de tentar
controlar o outrora tenente rebelde parece que não deu certo. Pelo contrário,
o presidente tem enorme ascendência sobre os generais.
Com isso, a percepção que
passa é que esses generais foram cooptados. O que é no mínimo estranho. As
Forças Armadas levaram 40 anos pra “limparem” a barra dos 25 anos de
ditadura.
A eleição de Bolsonaro
seria a chance de mostrar ao Brasil que os militares poderiam chegar ao poder
sem que fosse preciso um golpe. Eleger-se democraticamente. Aconteceu com a chapa puro sangue do Exército.
Os três generais que
compõem o núcleo duro do governo e que agora se sentem fustigado pela Justiça,
ainda não conseguem entender que eles não estão no governo por serem militares,
estão lá por serem técnicos. Afinal fora isso dito pelo presidente.
A cegueira proposital ou
não, um discurso exacerbado e patriótico está colocando o nome da instituição
na vala comum e oportunista, após anos de um projeto de recuperação da imagem.
O medo, o receio, o apoio às
artimanhas que o governo vem usando para burlar a Justiça parece ser a tônica. São
discursos que tratam sobre verdade cada dia mais falseado. É o João 8:32 de
Bolsonaro, e o verdade e Honra dos militares. Teve generais, que preferiram preservar suas biografias e e lema. General Santos Cruz, nesse caso é exemplo.

Comentários
Postar um comentário