Transparência deve ser a regra: sempre
Waguinho do Gesso
Há um velho adágio que diz
que o melhor desinfetante é a luz do sol. Isso quer dizer que a transparência
deve ser a regra, principalmente quando se trata da res publica (do Latim) ou coisa pública no bom português.
A campanha eleitoral sub-repticiamente
oficial teve início, e com ela todo tipo de iniquidade, muito comum nessa
época.
Trato especificamente de
uma série de áudios e vídeos que vem circulando por grupos de whatsapp aqui em
Queimados.
Os áudios tratam de supostos
crimes chamado de “rachadinhas”, quando o político apropria-se de parte do
vencimento do funcionário comissionado, cujo ex-deputado e agora senador, Flávio
Bolsonaro está sendo acusado, e que a popularizou.
A questão que exponho
nesse artigo, é que se o conteúdo do material ficasse no âmbito pessoal de
provocação ou acusação caberia entrar com processo na Justiça pedindo retração
ou indenização por crimes contra a honra, calúnia ou difamação das partes já
que são citadas. Como o ex-prefeito e agora deputado estadual Max Lemos, o
vereador Luiz Claudio Sereno de Oliveira, o Taruga, um funcionário chamado
Tubalcaim, e o um dos possíveis candidatos à prefeitura de Queimados, Lenine
Lemos como tendo parte ou ter conhecimento do suposto crime.
O mais preocupante é o
suposto uso da máquina pública por agentes alheio à própria máquina. Ora, o
prefeito Vilela deve abrir processo para investigar se as denúncias são
factíveis, sob o perigo de se passar por conivente. E não adianta nota
burocrática. Isso não se coaduna com o compromisso de transparência e bem-estar
assumido no juramento de posse.
O senhor, prefeito, tem a
obrigação com a população que sofre sem os serviços básicos cotidianamente. Com falta de
médicos e educação medíocre, É o momento de colocar tudo isso ao sol, para que não reste
dúvida de que a máquina municipal repudia veementemente falcatruas como essa à
que está sendo denunciado.

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